RAQUEL LYRA NEGA ‘GABINETE DO ÓDIO’ E ANUNCIA MEDIDAS APÓS DENÚNCIA

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Obras já somam mais de R$ 70 milhões. (Imagem: Isabela Costa/Rádio Metropolitana FM Caruaru)
(Imagem: Isabela Costa/Rádio Metropolitana FM Caruaru)

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), negou nesta quarta-feira (26) a existência de um suposto “gabinete do ódio” ligado à sua gestão e afirmou que adotará as medidas cabíveis após uma reportagem da TV Record sobre uma investigação da Polícia Federal.

A declaração ocorreu durante uma panfletagem na avenida Agamenon Magalhães, no Derby, no Recife. Segundo a reportagem, uma estrutura de páginas e perfis nas redes sociais teria sido utilizada para promover conteúdos favoráveis à governadora e atacar adversários, entre eles o candidato João Campos (PSB).

Raquel afirmou que não pretende pautar sua campanha pelo que classificou como informações falsas e disse que manterá o foco na disputa eleitoral.

“Eu não abro mão dos valores que me trouxeram até aqui, de defesa incansável da democracia”, declarou.

A governadora também confirmou a exoneração de Amisadai Andrade da Silva, que ocupava o cargo de superintendente de Operações da Arena de Pernambuco, vinculada à Secretaria de Turismo e Lazer. O nome do servidor foi citado na reportagem exibida na terça-feira (25).

“Medidas cabíveis serão tomadas”, afirmou Raquel ao comentar o caso. Ela disse ainda que pretende fazer uma campanha “limpa, transparente” e baseada no contato direto com os eleitores.

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