LINHA BONITO/CARUARU É DESATIVADA TEMPORARIAMENTE PELA EMPRESA BORBOREMA A PARTIR DE HOJE (15)

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Imagem: Reprodução/Redes sociais

A empresa Borborema anunciou, na segunda-feira (13), a desativação temporária da linha Bonito/Caruaru, que opera no Agreste de Pernambuco. Com a medida, passageiros terão que buscar outras formas de transporte para realizar o trajeto a partir da quarta-feira (15).

Em comunicado publicado nas redes sociais, a empresa não informou os motivos da suspensão e ressaltou apenas que continuará divulgando atualizações sobre os serviços.

A decisão desagradou usuários, especialmente aqueles que dependem diariamente da linha para trabalhar ou estudar. É o caso da técnica de enfermagem Vanice Souza, de 30 anos, que se desloca com frequência para Caruaru por motivos profissionais.

Segundo ela, já havia rumores sobre a desativação, mas nenhuma confirmação havia sido dada por funcionários da empresa.

“Eu uso com frequência esta linha, pois trabalho de domingo a domingo (em dias intercalados). Já ouvi um boato de que a linha ia sair, porém como eu frequento sempre, eu perguntava aos motoristas se era verdadeira esta informação e eles falavam que não. Eu soube ontem quando eles (a Borborema) divulgaram. Eu fiquei desesperada na hora porque, no meu caso que trabalho fora, como que vai fazer?”, relata.

Vanice afirma que já buscou alternativas para contornar a situação, mas encontrou dificuldades. De acordo com ela, motoristas que fazem o transporte por “lotação” aumentaram o valor das corridas, além de não oferecerem viagens diárias.

A estudante de técnico de enfermagem e cuidadora de idosos Isabela Cristina, também de 30 anos, utiliza a linha cerca de quatro vezes por semana. Ela passou a depender mais do serviço há aproximadamente um ano, por causa dos estudos e do trabalho, e disse ter recebido a notícia com preocupação, apesar de já ter ouvido boatos sobre a possível desativação.

“Seriamente pensando como vou conseguir manter meu trabalho fora, pois irei gastar muito com passagem. Já falta, e agora com esse aumento será quase inviável trabalhar lá”, conta.

A estudante afirma que também pretende recorrer às “lotações”, embora considere o serviço mais caro.

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