MINISTÉRIO DA SAÚDE INCLUI VACINA DA GRIPE PARA CRIANÇAS NO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO; IDOSOS E GESTANTES TAMBÉM ESTÃO INCLUÍDOS

Vacinação começa a partir do dia 15 de março. (Imagem: Erasmo Salomão/MS)




O Ministério da Saúde concluiu a adesão da vacina contra a gripe ao Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos (a partir de 60 anos de idade). Além do imunizante contra a gripe, a pasta também ampliou o período para aplicação da vacina contra rotavírus e substituiu as doses de reforço da vacina oral contra poliomielite por uma dose inativada.


Segundo o ministério, a vacinação contra a gripe vai estar disponível para a aplicação a partir do dia 15 de março em todos os pontos de imunização dos municípios, como Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). Outros grupos que não prioritários da vacina continuarão a receber o imunizante em estratégias especiais, incluindo profissionais da saúde, professores, forças de segurança, população privada de liberdade e pessoas com doenças crônicas ou deficiências, dentre outros.



No combate à poliomielite, o esquema vacinal e o reforço passam a ser exclusivamente com a vacina inativada (VIP), que é injetável. Já a vacina contra o rotavírus teve o período para aplicação das doses ampliado: agora, a primeira dose, indicada aos dois meses de idade, pode ser administrada até os 11 meses e 29 dias; enquanto a segunda dose, indicada aos quatro meses, poderá ser aplicada até os 23 meses e 29 dias.


Já a imunização contra a covid-19 faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para crianças a partir de seis meses a menores de 5 anos de idade, idosos (a partir de 60 anos de idade) e gestantes.


A vacinação dos demais grupos especiais a partir de 5 anos de idade será realizada periodicamente em qualquer sala de vacina, sendo a cada seis meses para imunocomprometidos e a cada ano para os demais grupos: pessoas vivendo em instituições de longa permanência; indígenas; ribeirinhos; quilombolas; puérperas (aquelas não vacinadas durante a gestação); trabalhadores da saúde; pessoas com deficiência permanente; pessoas com comorbidades; pessoas privadas de liberdade; funcionários do sistema de privação de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; e pessoas em situação de rua.


Para a população geral entre 5 e 59 anos, e aqueles que nunca receberam nenhuma dose, a recomendação é de uma dose de vacina para a doença. De acordo com o ministério da saúde, as mudanças foram implementadas com base em evidências científicas e ampliam a proteção contra doenças imunopreveníveis, garantindo um acesso mais abrangente e eficaz às vacinas.

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