INSS ALERTA POPULAÇÃO PARA LINKS FALSOS QUE ESTÃO CIRCULANDO NAS REDES SOCIAIS SOBRE CONSULTA A SUPOSTO DIREITO À INDENIZAÇÃO

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) emitiu um alerta para aposentados e pensionistas, com relação cuidado em clicar em supostos links que se dizem ser direcionados para o ressarcimento...
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Instituto orienta sobre forma segura de verificar descontos indevidos. (Imagem: Divulgação/INSS)




O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) emitiu um alerta para aposentados e pensionistas, com relação cuidado em clicar em supostos links que se dizem ser direcionados para o ressarcimento para usuários vítimas dos descontos indevidos na folha de pagamento de aposentados e pensionistas do instituto. O esquema de fraudes dentro do INSS foi desarticulada pela Operação Sem Desconto, por meio da Polícia Federal. Com as investigações o ex-presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto e outros servidores foram afastados do cargo.


Com relação a tentativa de golpe, usando do escândalo da instituição, os bandidos enviam links pelas redes sociais que direcionam a uma suposta página disponibilizada para consultas e saques de indenização, e para isso solicitam que seja informado o número do CPF.

De acordo com o INSS, para o aposentado e pensionista saber se houve desconto de mensalidade associativa no seu extrato de pagamento, basta acessar o Meu INSS pelo site ou aplicativo, utilizando o login e senha, clicar em “Consultar Benefício” e, em seguida, em “Extrato de Pagamento”. O beneficiário deve clicar no mês que aparece (por padrão, aparecem somente as duas últimas competências, mas é possível visualizar as anteriores também). Na tabela que aparece, irá constar o possível valor do desconto, se houver.


Os valores descontados no mês de abril ficarão retidos, conforme informado pela Controladoria Geral da União (CGU), e serão devolvido na folha de maio – que vai de 26 de maio a 6 de junho. Já o ressarcimento dos valores relativos a mensalidades não reconhecidas pelos beneficiários descontados antes de abril deste ano serão avaliados por um grupo da Advocacia Geral da União (AGU), que estudará formas de devolver o dinheiro.

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